Come on, vogue ♪
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Come on, vogue ♪

Caio Acácio


A SOFISTICAÇÃO DE NEW YORK,
O GLAMOUR DE HOLLYWOOD
E A ELEGÂNCIA DE PARIS.




No meu modo,
faço a minha.
Ao seu modo,
faça a sua.
Com panos de grifes
ou de brechós
cubra-se.
»

Você se pega acordando tarde, vítima da monotonia e do ócio. Sem emprego, sem alguém pra amar, sem um filme legal pra assistir, sem um romance interessante pra ler, e são coisas que não se consegue do dia para a noite. Tem muito amor, sei lá, instantâneo, e como tal palavra nos arremete, como miojo, é, miojo, pronto em 3 minutos, mas você o termina em 2, assim não dá. O lance de precisar de um amor está diretamente relacionado ao filme ou ao romance. Qual sua empolgação pra deitar no tapete estofado de fio de seda da sala, sozinho, e assistir um filme, vão me perdoar, eu não gosto. Não gosto porque me dá mais vontade de ter um amor, aliás, alguém pra amar, porque um amor, na minha concepção é muito expansivo, muito abrangente, eu queria mesmo era alguém pra amar e me tirar todo o tempo à toa que me resta. Preencher o vazio com amor é tudo de bom, mas não são todos que sabem tirar bom proveito disso. Você se pega frágil, num momento delicado e não faz algo bom pra vocês e sim, joga pro ar e deixa o vento levar como se fosse pólen de uma linda margarida no alto de um morro, em tese, a comparação deixa claro que aquilo não seja recuperado, se o arrependimento vier no mesmo instante, você tenta correr e apanhar alguns grãos, quase insignificantes e começa novamente a reconstruir tudo. Mas e se não der tempo de pegar, ao menos, um grão? Pois é, você vai estar acordando tarde, vítima da monotonia e do ócio, sem emprego, sem alguém para amar, sem um filme para assistir ou um romance para ler.


Índio. Uma linda cor de jambo, um sorriso quase de propaganda, cara de mau por causa da sobrancelha expressiva, mas com o olhar de uma criança inocente. Lábios grossos emitentes de indícios de um paraíso, acompanhado de um nariz que desenhava o rosto perfeito em companhia de um olhar infantil e expressivo. As curvas de seu corpo não-padronizado, são como chocolate de tão deliciosos ou como tomar banho de mar pela primeira vez. Não beija, hipnotiza, te conduz a um universo paralelo com um simples movimento de mandíbula em sintonia com a maciez de seus lábios. Seu amor, ah seu amor, não haverá outro com jogo de cintura que chegue perto da alienação que aquele sexo te induz, a perca da consciência e da noção do que está acontecendo lá fora. Sua manha, como se fosse filho único, engraçado espontaneamente, espontâneo, encantador. Grosso, egocêntrico, prepotente. Quanta semelhança com a perfeição.



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01 Jan 13 at 7 pm
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losmalditosmocasines:

Scalpers y Porsche

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Naquela época os homens malhavam perna também. o/

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